No primeiro trimestre de 2026, a entrada de capital estrangeiro na B3 manteve um ritmo forte, registrando um fluxo líquido de R$53,36 bilhões, sendo em janeiro/2026 R$26,31; fevereiro/2026 R$15,40 bilhões e março/2026 R$11,65 bilhões.
Além de impulsionar a B3, que no 1T26 teve alta de 16,77%, esse fluxo, provavelmente, atuou como o principal amortecedor da volatilidade cambial, neutralizando as pressões decorrentes da escalada do conflito envolvendo Irã, Israel e USA.
A apuração considera o saldo entre compras e vendas de investidores não residentes no mercado secundário de ações (incluindo também ETF de ações negociados no mercado à vista). Cabe ressaltar que este montante não inclui as movimentações em derivativos (opções e futuros) nem as ofertas públicas, tanto as primárias (IPO), quanto as subsequentes (Follow-on), que possuem métricas de acompanhamento distintas.
Abaixo, o resumo do fluxo de capitais na B3 no primeiro trimestre de 2026 por tipo de investidor.

Boa sorte! Bons negócios!
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