O início de 2026 consolidou uma entrada excepcional de capital estrangeiro na B3, com janeiro registrando o maior volume para o período em anos ao atingir R$26,31 bilhões. Esse fluxo foi o principal motor para impulsionar os sucessivos recordes do Ibovespa.
Fevereiro manteve o ritmo robusto, fechando no volume líquido de R$15,4 bilhões. No acumulado do primeiro bimestre de 2026, o fluxo líquido de capital estrangeiro na B3 somou R$41,7 bilhões, evidenciando o forte apetite do investidor global pelos ativos brasileiros.
Embora o cenário externo apresente riscos, como a escalada do conflito envolvendo Irã, Israel e USA, a expressiva oferta de dólares no país deve ajudar na redução da volatilidade cambial, que habitualmente se eleva em momentos de aversão ao risco geopolítico.
A apuração considera o saldo entre compras e vendas de investidores não residentes no mercado secundário de ações (incluindo também ETF de ações negociados no mercado à vista). Cabe ressaltar que este montante não inclui as movimentações em derivativos (opções e futuros) nem as ofertas públicas, tanto as primárias (IPO), quanto as subsequentes (Follow-on), que possuem métricas de acompanhamento distintas.
Abaixo, o resumo do fluxo de capitais na B3 no primeiro bimestre de 2026 por tipo de investidor.

Boa sorte! Bons negócios!
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